Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 24/06/2020

O Brasil tem uma das maiores indústrias de fármacos do mundo, no entanto, esse dado não é necessariamente bom, por carregar perigos. Nesse cenário, é importante colocar em pauta os efeitos da indústria farmacêutica na sociedade, bem como a forma que os remédios são vendidos.

Primeiramente, é preciso frisar como a indústria farmacêutica afeta os indivíduos separadamente. O pensamento imediatista das pessoas está presente nessa situação, isto é, procurar soluções rápidas, imediatas para problemas, mas que não necessariamente durarão a longo prazo. Em outras palavras, os sujeitos preferem remediar do que prevenir, lidar com as mazelas no futuro ao invés de impedir que venham, como no caso das “doenças”, como dor de cabeça ou tosse.

Em segunda análise, observa-se como ocorre o lucro das indústrias farmacêuticas. Elas se aproveitam do comportamento imediatista dos consumidores, dizem e fazem parecer fácil se automedicar, naturalizam a prática até. Cerca de 80% dos brasileiros tomam remédio sozinhos, no entanto, certamente não são em todos os casos que os medicamentos são necessários. Desse modo, é cada vez mais fácil ver pessoas “dependendo” de fármacos que não precisam.

Portanto, é necessário intervir nesse cenário, o Ministério da Saúde deve orientar a população a respeito da automedicação, desestimular sua prática e instruir as pessoas a procurar um médico que recomendará a medicação caso necessário. Além de influenciar a população a praticar exercícios físicos e comer de maneira saudável. Essas ações devem acontecer por meio da televisão e uma linguagem clara e objetiva, de fácil compreensão por todos. Desse modo, a população aprenderá a ser mais responsável quanto ao uso de remédios e levarão uma vida mais sadia sem depender deles.