Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 24/06/2020
A sociedade egípcia é um exemplo na farmacologia, uma vez que foram um dos primeiros povos a usar plantas medicinais para tratarem doenças, mesmo que sem um saber propriamente cientifico sofre sues efeitos no corpo humano. Porém, atualmente percebe-se que o problema que antes era falta de conhecimento se traduz em outros problemas, como a atitude anti-ética de certos médicos e a auto-medicação realizada por parte da população. Nessa conjectura é preciso analisar como a maioridade da razão influencia nesses problemas e como eles podem gerar perigos biológicos.
Em primeira análise, tem-se que a valorização da razão em detrimento da ética no campo médico é o principal gerador dos problemas no campo dos fármacos. Isso pode ser melhor compreendido ao ser levado em conta que, segundo o pensados Antônio Cândido, a barbárie humana se desenvolve em paralelo com a razão uma vez que pessoas utilizam seus conhecimentos para submeter outros a exploração. Sendo assim, nota-se que os profissionais da medicina que utilizam de sua profissão e estudos para diagnosticar de maneira errada seus pacientes visando o lucro próprio denigrem a imagem da sociedade médicas em geral, fazendo com que pessoas comuns tendam a se auto-diagnosticar. Logo , é preciso fiscalizar a atitude desses atuadores da área de saúde.
Além disso, percebe-se que a auto-medicação de fármacos pode gerar problemas biológicos em escala global, uma vez que doença anteriormente menos relevantes podem vir a causar novos problemas. Isso porque, assim como o estudioso Charles Darwin postulou em suas pesquisas, quando uma população de seres vivos são expostas à ambientes com condições não favoráveis a sua sobrevivência, com a morte da maioria dos indivíduos a minoria é selecionada naturalmente como a mais resistente, aumentando seus números. Assim sendo, quando alguém consome medicamentos de forma incorreta, agentes causadores de doenças como bactérias podem se tornar mais perigosas ao aumentar sua resistência contra antibióticos, sendo mais perigosas para a humanidade.
Portanto, é preciso que os médicos não ajam de forma anti-ética para com seus pacientes. Para tanto, é necessário que Ministério da saúde amplie a repressão a esse tipo de comportamento ao aumentar a fiscalização sobre profissionais acusados de darem diagnósticos falsos buscando o lucro, fazendo com que aqueles que sejam reconhecidos como culpados sejam punidos a não exercer mais suas profissões a fim de que a confiança da população com a sociedade médica e fármaca seja aos poucos recuperada, assim fazendo com que o perigo da auto-medicação seja algo do passado