Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 08/08/2020

Publicado em 2016, “Medicamentos mortais e crime organizado”  é um livro que revela como a industria farmacêutica corrompe a assistência médica. Tendo o acervo como referencial, nota-se que a sociedade moderna se recusa buscar outros meios de tratamentos, visto que no senso comum a automedicação é o método mais barato e prático. Desdenhando assim, a contraindicação de profissionais do mesmo ramo, e enfatizando o consumo abusivo de fármacos.

Primeiramente, existe uma forte influência da indústria farmacêutica, tendo como principal persuasão, a grande quantidade de medicamentos como paracetamol e dipirona quase de graça. Facilitando o acesso destes para todos a qualquer momento,  menosprezando os efeitos colaterais que a automedicação  traz à saúde dos consumidores.

Ademais, o excesso destes corresponde pela maioria dos casos de intoxicação, cerca de 34%, de acordo com um levantamento feito a partir dos atendimentos no Centro de Informação e Assistência Toxicológica (Ciatox), em 2017. De forma exclusivamente capitalista, a indústria farmacêutica banaliza qualquer outro meio de se tratar sem fazer o uso dos medicamentos, como por exemplo, o uso de ervas medicinais para prevenção ou tratamento de diversas enfermidades, evitando o abuso dos medicamentos.

No entanto, o Ministério da Saúde juntamente aos seus profissionais, devem intervir neste cenário para frisar a importância da necessidade de um especialista para receitar uma medicação. Por isso,

a necessidade de ampliação das formas de tratamentos, sem dependência total de substancias sintetizadas, afim de buscar uma opção de intervenção fora do objetivo de lucratividade e pautar em primeiro lugar, o bem-estar da sociedade brasileira. Valorizar também, os benefícios que são desenvolvidos com auxílio da medicina natural e mantendo assim,

maior qualidade de vida para os brasileiros.