Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 31/08/2020

Durante o século XVI, no período colonial, um costume que ganhou forma foi a automedicação e desde então, vem sendo colocada  em prática nos dias atuais. Contudo, a independência de se automedicar traz sérios riscos a saúde. Análogo a isso, o hábito de tomar remédio sem diagnóstico ou orientação médica para tratar apenas uma dor, gera consequências fatais. Portanto, é de fundamental importância discutir a cerca dos perigos na indústria farmacêutica.

A priori, no Brasil, embora haja regulamentação para a venda e propaganda de medicamentos que possam ser adquirido sem prescrição médica, não há orientação para aqueles que utilizam. Outrossim, a falta de fiscalização, o incentivo das propagandas às compras de remédios e o poder prescritivo de profissionais de saúde restrito, são uma série de fatores que podem causar riscos de doenças. Logo, é evidente contestar sobre esse problema.

Ademais, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas(Abifarma), a automedicação é responsável pela morte de vinte mil pessoas por ano no país. Nesse sentido, tais atitudes resultam em problemas quase cíclicos, pois o paciente que busca uma solução para uma enfermidade, pode contrair outra doença, ou até mesmo ser fatal por meio de uma intoxicação, já que não há diagnóstico e nem orientação médica para ingerir o medicamento desejado.

É imprescindível, portanto, alternativas para solucionar esse problema. Cabe ao Ministério da Saúde, em companhia com a Abifarma, que tem como função promover o desenvolvimento de insumos farmacêuticos; zela e priorizar a qualidade de vida das pessoas, estabelecer profissionais de saúde para orientar sobre as reações de cada remédio e os riscos do mesmo, além disso, instituir uma fiscalização diariamente através de fiscais caso algum medicamento for vendido de forma ilegal, com intuito de garantir a prevenção de alguma doença fatal  e dar prioridade à vida das pessoas.