Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 28/08/2020

Durante o século XVI, no período colonial, um costume que ganhou forma foi a automedicação, e desde então vem sendo colocada em prática nos dias atuais. Contudo, a independência de se auto-medicar traz sérios riscos à saúde. Análogo a isso, o hábito de tomar remédio sem diagnóstico ou orientação médica para tratar apenas uma dor, gera consequências fatais. Portanto, é de fundamental importância discutir acerca dos perigos na indústria farmacêutica.

A priori, no Brasil, embora haja regulamentação para a venda e propaganda de medicamentos que possam ser adquiridos sem prescrição médica, não há orientação para aqueles que utilizam. Outrossim, a falta de fiscalização, o incentivo das propagandas as compras de remédios, e o poder prescritivo de profissionais da saúde restrito, são uma série de fatores que podem causar risco de doenças. Logo, é evidente contestar sobre esse problema.

Ademais, segundo dados da Associação Brasileira das Industrias Farmacêuticas(Abifarma), a automedicação é responsável pela morte de vinte mil pessoas por ano no país.Nesse sentido, tais atitudes resultam em problemas quase cíclicos, pois o paciente que busca uma solução para uma enfermidade, pode contrair outra doença, ou até mesmo ser fatal por meio de uma intoxicação, já que não há diagnóstico e  nem orientação médica para ingerir o medicamento desejado.

É imprescindível, portanto, alternativas para solucionar esse problema. Cabe ao ministério da Saúde, em companhia com a Abifarma, que tem como função promover o desenvolvimento de insumos farmacêuticos; zelar, e priorizar a qualidade de vida das pessoa, estabelecer profissionais de saúde para orientar sobre as reações de cada remédio e os riscos do mesmo, além disso, instituir uma fiscalização por acaso algum medicamento ser vendido de forma ilegal, com intuito de garantir a prevenção de alguma doença fatal e dar prioridade a vida das pessoas.