Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 13/10/2020
Segundo o sociólogo Zygmunt Bauman, há uma falta de solidez nas relações sociais, econômicas e políticas, característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Hodiernamente, no Brasil, nota-se uma liquidez no que se refere aos perigos da indústria farmacêutica, sendo a economia e a tecnologia informacional, uns dos principais fatores para este norteamento. Assim, convém sondar essa problemática e propor soluções para dirimi-la.
Em primeira análise, é elementar que a economia é uma causa para o problema persistir. No seriado “the rain” um bioquímico a fim de obter lucros, desenvolve um vírus para acabar com as doenças existentes, mas essa invenção ocasiona uma chuva tóxica e matando os seres humanos. Sob essa ótica, é perceptível que a ganância que existe no setor farmacêutico é capaz de ferir a necessidade dos consumidores, seja elevando seus preços, ora criando produtos sem eficácia para existir um maior consumo, a partir da influência gerada.
Outrossim, é preciso atentar-se para a tecnologia informacional em questão. De acordo com o Nexo Jornal, mais da metade dos brasileiros que tem acesso à internet, se automedica por meio de pesquisas feitas nas ferramentas informacionais. Nesse ínterim, é de extrema falta de responsabilidade essa prática da automedicação, como também do profissional em permitir a liberação sem receita médica, pois nem toda informação posta na internet é verídica, podendo agravar o quadro da doença ou desenvolver mecanismo não existentes. Para isso, deve-se buscar ajuda profissional e ter os devidos cuidados com a tecnologia.
Urge, portanto, medidas eficazes para erradicar os perigos da indústria farmacêutica. Cabe ao Ministério da Saúde, implantar métodos, por meio de palestras informativas, projetos de campanhas publicitárias e de fiscalização das indústrias, que promovam melhorias na economia e o alerta aos consumidores. Somente assim, não ocorrerá no Brasil, uma liquidez mencionada por Zygmunt Bauman.