Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 17/10/2020

Historicamente, a Revolução Técnico-Científico e Informacional, ocorrida a partir de 1970, proporcionou o avanço na produção e desenvolvimento de tecnologia. Desse modo, a área que mais avançou, devido a demanda mundial, é a da indústria farmacêutica. No entanto, o principal perigo relacionado a esse processo é a necessidade industrial de medicar indivíduos de forma descontrolada, dada pela imoralidade dos grandes donos dessas multinacionais.

A princípio, a pós modernidade estruturada com bases sólidas no consumismo instituiu o processo de fragmentação da mentalidade emocional do homem contemporâneo. Esse processo intitulado pelos filósofos Adorno e Horkheimer, no livro “Dialética do Esclarecimento”, como Indústria Cultural, é o processo de massificação e homogeneização dos gostos pessoais dos indivíduos, para que ao ter pré determinado as preferências dos consumidores, as indústrias produzam exatamente o que vai gerar mais lucro.

Nesse sentido, o desmantelamento do homem promove às principais doenças do século, como a depressão e ansiedade. Diante disso, a necessidade de tratamento emocional torna-se fundamental, somado ao uso de antidepressivos, que são usufruto da própria sociedade consumista e doentia, cerceada por multinacionais que buscam arrecadar cada vez mais.

Finalmente, é imperioso que o Ministério da Saúde unido a Organização das Nações Unidas (ONU) promova campanhas de auxílio nos hospitais a indivíduos emocionalmente sensibilizados. Para isso é fundamental a contratação de psicólogos e psiquiatras às unidades públicas de saúde. Outrossim, torna-se imperioso a permanência e o aumento da carga horária das aulas de filosofia e sociologia nas escolas públicas do país, pois essa é a solução existente para explicitar a Indústria Cultural e o intuito das grandes empresas farmacêuticas para com a população mundial. Somente assim ocorrerá a efetiva visualização dos perigos contemporâneos, os auaisaparentam estar invisíveis  devido a ferramenta capitalista, mas que adoecem indivíduos cotidianamente.