Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 27/11/2020
No livro “Admirável mundo novo”, de Aldous Huxley, é retratada uma sociedade utópica em que todas as doenças foram erradicadas do planeta a partir da produção em massa de medicamentos que garantiram uma maior expectativa de vida à população mundial. Porém, fármacos com fins alucinógenos (o soma) também foram utilizados em massa para manter a população em uma “realidade perfeita”, dando poderes ilimitados ao governo para manipular o povo. Fora da ficção, percebe-se um cenário semelhante, em que a indústria farmacêutica monopoliza grande parte do setor da saúde, incluindo um desígnio positivo, com a produção de medicamentos que auxiliam na cura de diversas doenças e um negativo, com a utilização exacerbada de marketing que influencia no uso desnecessário destes produtos. Nesse sentido, é fundamental integrar o lucro com o bem estar dos cidadãos.
Em primeira análise, é conspícuo que a atenuação do caráter mortal de diversas doenças devido aos medicamentos foi o principal ponto positivo do desenvolvimento da indústria farmacêutica. Em exemplo do século XIV, na famigerada idade média, ocorreu a maior pandemia da história com a disseminação da peste bubônica, que acarretou na morte de aproximadamente 200 milhões de pessoas, equivalente à um terço da Europa na época. Contudo, hodiernamente, é notável que doenças como essa já são relativamente simples de seres curadas, tendo-se em vista o avanço grandioso que a ciência teve em virtude das intensas pesquisas feitas sobre saúde humana, somada à propagação dessas soluções pela medicina voltadas ao uso dos civis. Nesse contexto, é importante que as pesquisas científicas dirigidas à cura de doenças se desenvolva ainda mais para aumentar a expectativa de vida da população.
Não obstante, também deve-se ressaltar que as atividades de marketing desenvolvidas pelo ramo boticário ocasionou no uso demasiado destes itens por parte dos habitantes. Em declarações recentes, Leon Eisenberg, o “inventor” do TDAH (transtorno do déficit de atenção / hiperatividade), afirmou que as propagandas quiméricas feitas pelas farmácias suscitaram na venda hiperbólica e no uso escusável de medicamentos como a Ritalina, que pode gerar efeitos. irreversíveis no cérebro dos consumidores e piorar o estado de saúde destes. Nessa acepção, é visível que esse instinto descometido pelo lucro pode comprometer seriamente a vida dos pertencer, pois é evidente que esses tipos de publicidade tem forte interferência na compra dos consumidores.
Diante do exposto, faz-se mister que haja controle na atuação das indústrias farmacêuticas na vida das pessoas. O Ministério da Saúde deve promover a fiscalização efetiva medicamentosa e das suas propagandas por meio de um forte investimento de verba federal na contratação de profissionais de saúde que podem estudar e conter este fluxo e na criação de cursos gratuitos e básicos sobre farmacêutica a todos os cidadãos para que se tenha noção acerca do que é vinculado no mercado e seus efeitos. Somente assim, uma população pode de fato controlar o uso desses remédios e manter-se sãos, diferente do que acontecia em “Admirável mundo novo”. faz-se mister que haja controle na atuação das indústrias farmacêuticas na vida das pessoas. O Ministério da Saúde deve promover a fiscalização efetiva medicamentosa e das suas propagandas por meio de um forte investimento de verba federal na contratação de profissionais de saúde que podem estudar e conter este fluxo e na criação de cursos gratuitos e básicos sobre farmacêutica a todos os cidadãos para que se tenha noção acerca do que é vinculado no mercado e seus efeitos. Somente assim, uma população pode de fato controlar o uso desses remédios e manter-se sãos, diferente do que acontecia em “Admirável mundo novo”. faz-se mister que haja controle na atuação das indústrias farmacêuticas na vida das pessoas. O Ministério da Saúde deve promover a fiscalização efetiva medicamentosa e das suas propagandas por meio de um forte investimento de verba federal na contratação de profissionais de saúde que podem estudar e conter este fluxo e na criação de cursos gratuitos e básicos sobre farmacêutica a todos os cidadãos para que se tenha noção acerca do que é vinculado no mercado e seus efeitos. Somente assim, uma população pode de fato controlar o uso desses remédios e manter-se sãos, diferente do que acontecia em “Admirável mundo novo”. O Ministério da Saúde deve promover a fiscalização efetiva medicamentosa e das suas propagandas por meio de um forte investimento de verba federal na contratação de profissionais de saúde que podem estudar e conter este fluxo e na criação de cursos gratuitos e básicos sobre farmacêutica a todos os cidadãos para que se tenha noção acerca do que é vinculado no mercado e seus efeitos. Somente assim, uma população pode de fato controlar o uso desses remédios e manter-se sãos, diferente do que acontecia em “Admirável mundo novo”. O Ministério da Saúde deve promover a fiscalização efetiva medicamentosa e das suas propagandas por meio de um forte investimento de verba federal na contratação de profissionais de saúde que podem estudar e conter este fluxo e na criação de cursos gratuitos e básicos sobre farmacêutica a todos os cidadãos para que se tenha noção acerca do que é vinculado no mercado e seus efeitos. Somente assim, uma população pode de fato controlar o uso desses remédios e manter-se sãos, diferente do que acontecia em “Admirável mundo novo”.