Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 08/04/2021
Promulgada pela ONU, Organização Nacional da Nações Unidas, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, a indústria farmacêutica impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Em primeiro plano, é lícito postular a ausência de medidas governamentais para combater a venda de medicamentos sem receita médica. Sob o panorama do filósofo São Tomás de Aquino, em uma sociedade democrática, todos os indivíduos são dignos e têm a mesma importância, além dos direitos e deveres que devem ser garantidos pelo Estado, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades, muitos brasileiros podem sofrer com doenças geradas por medicamentos desnecessários. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Outrossim, é crucial explorar o efeito do uso indiscriminado de medicamentos como outro agente influenciador do revés. De acordo com estatísticas apresentadas pelo fantástico, o mercado farmacêutico vendeu cerda de 8,5 milhões de caixas de ivermectina. Diante desse pressuposto, percebe-se que os cidadãos vêm usando um remédio sem comprovação científica, como prevenção do Sars-Cov-2. A partir deste “tratamento precoce” o indivíduo poderá desenvolver uma hepatite aguda. Destarte, tudo isso retrata a resolução do empecilho, já que o uso indiscriminado de medicamentos contribui para a perpetuação desse cenário caótico.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar os perigos da indústria farmacêutica, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Saúde, será revestido em vigilantes sanitário , através de fiscalização nas farmácias como forma de conter a venda sem receita médica. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo dos perigos da indústria farmacêutica, e a coletividade alcançará a integridade social.