Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 14/09/2021

Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, os indivíduos são iguais em dignidade e direitos. No entanto, tal premissa não é verificada na realidade brasileira, percebe-se que o Estado negligencia a forma que a indústria farmacêutica prejudica a vida das pessoas no Brasil. Com isso, surge um problema, em virtude do egoísmo e a ineficiência governamental.

Nesse contexto, o egoísmo mostra-se como um dos desafios à resolução do problema. Machado de Assis, em sua fase realista, despiu a sociedade brasileira e teceu críticas aos comportamentos egoístas e superficiais que caracterizam essa nação. Não longe da ficção, percebem-se aspectos semelhantes no que tange à questão da indústria farmacêutica, visto isso que muitos médicos recomendam medicamentos para o paciente por causa de algum benefício que ganhou da farmacêutica. Dessa forma, reverbera a mensagem de Machado de Assis.

Outrossim, nessa temática é a ineficiência governamental. Como afirmou Aristóteles, a base da sociedade é a justiça. Uma vez que, na falha do Estado os mais prejudicados são as pessoas com baixo conhecimento, pois, se não há lei nem fiscalização de práticas abusivas para com a indústria farmacêutica ela se acha no dever de abusar da população prova disso que geralmente se encontra alguma farmácia que vende remédios controlados sem a prescrição médica, gerando a negligência estatal.

Portanto, convém que de modo urgente, medidas sejam tomadas para esse fim. Dessa forma, o Ministério da Justiça em parceira com a ANVISA deve endurecer leis para coibir práticas abusivas da indústria farmacêutica para proteger o consumidor e promover o bem estar.