Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 16/11/2021

O filósofo francês Sartre defende que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois este seria livre e responsável. No entanto, percebe-se a irresponsabilidade da sociedade no que concerne à questão dos perigos da indústria farmacêutica. Nesse contexto, torna-se evidente como causas a falta de legislação, bem como as questões políticas.

Em primeiro plano, é preciso atentar para a falta de legislação presente na questão. Segundo Umberto Eco, “Para ser tolerante é preciso fixar os limites do intolerável”. Nesse sentido, percebe-se uma lacuna explicitada pela falta de uma legislação adequada. Assim, sem base legal, ações de remediação são impossibilitadas, o que acaba por agravar ainda mais a questão dos perigos da indústria farmacêutica.

Outro ponto relevante, nessa temática, são as questões políticas, Conforme Aristóteles, a política tem como função preservar o afeto das pessoas. Contrariamente, no Brasil, os perigos da indústria farmacêutica não encontram respaldo político necessário para ser solucionado, o que dificulta a resolução do problema.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. É fundamental, deste modo, a criação de projetos de lei que contemplem a questão dos perigos da indústria farmacêutica, pelas comissões da Câmara e do Senado, em parceria com consultas públicas. Tais consultas devem ser amplamente divulgadas nas redes sociais, para o público em geral ter acesso e se posicionar. Além disso, em tais consultas, seria viável disponibilizar para dowload em PDF uma cartilha que contemple os detalhes da lei proposta, para que o problema dos perigos da indústria farmacêutica não ganhe só respaldo legal, como também o faça de maneira consciente por parte da  população. A partir dessas ações, espera-se promover a construção de um Brasil melhor.