Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 21/02/2022

Na Segunda Guerra Mundial, a indústria farmacêutica evoluiu muito com a cria-ção de medicamentos que fornecessem mais energia aos soldados durante as ba-talhas. Nesse contexto, com a composição de diversos remédios para as mais va-riadas doenças, é visto que esse avanço pode trazer danos à saúde das pessoas se ingeridos de forma incorreta sem auxílio de profissionais capacitados. Desse modo, é necessário que medidas sejam tomadas com o intuito de diminuir o problema, que é motivado pela venda de medicamentos sem prescrição médica e que traz como consequência inúmeros efeitos colaterais se utilizados incorretamente.

Nessa perspectiva, segundo a pesquisa realizada pelo Instituto de Ciência, Tec-nologia e Qualidade (ICTQ), cerca de 79% da sociedade brasileira admite realizar a automedicação no seu dia a dia. Diante do exposto, é fato que o consumo de me-dicamentos está diretamente ligado com a possibilidade que o indivíduo possui de adquirir fármacos sem apresentar receita médica. Dessarte, diminuiria o consumo de remédios incorretos e sem necessidade pela população.

Ademais, com a imensurável quantidade de medicamentos existentes devido a grande evolução da indústria farmacêutica ocorre o crescimento do número de efeitos colaterais, alergias e de superbactérias que o ser humano pode adquirir. Dessa maneira, fica evidente o quão importante é o papel dos profissionais da saú-de ao indicar o fármaco correto para o tratamento de uma determinada doença. Além disso, evita-se que o indivíduo desenvolva qualquer dependência química originada ao ingerir um remédio na quantidade incorreta.

Diante dessa problemática, consta-se que providências devem ser tomadas com o objetivo de impedir que fármacos sejam comercializados sem prescrição de um profissional da saúde. Dessa forma, cabe aos poder legislativo criar uma lei na qual impossibilita a venda de medicamentos que não possuem receita médica autentificada, por meio da exigência da apresentação da prescrição para retirar o remédio, com o efeito de diminuir os efeitos colaterais, alergias e a proliferação de superbactérias no paciente. Destarte, com a apresentação do receituário informan-do as quantidades necessárias evita-se a distribuição em excesso e com isso diminui a automedicação cotidiana.