Os perigos da prática de greenwashing no contexto organizacional
Enviada em 19/05/2025
No filme Avatar, destaca-se a conexão profunda dos Na’vi com a natureza e a importância de respeitar-se a vida e todas as suas formas. Em oposição a essa perspectiva, há estratégias organizacionais perigosas, como o Greenwashing, que mascaram esse vínculo. Por conseguinte, há dois principais empecilhos que corroboram para a problemática em questão: a busca desenfreada por lucro e a falta de zelo empresarial com o meio ambiente.
Em primeira análise, vale ressaltar a afirmação de Karl Mark sobre o Sistema Capitalista, ao explicar que " O Capitalismo gera o seu próprio coveiro." Sendo asim, a procura incessante por lucro, por parte de grandes empresas, muitas vezes prioriza o capital em detrimento ao meio ambiente. Nesse sentido, tem-se como exemplos, ações como desmatamento, uso de substâncias químicas em insumos agrícolas e a emissão de gases prejudiciais à Camada de Ozônio.
Outrossim, estratégias publicitárias como o Greenwashing, majoritariamente, ocultam a perspectiva da sociedade sobre a degradação ambiental, além de posicionar as instituições empresariais como ecologicamente responsáveis. Nesse contexto, exemplos do método supracitado são rótulos de produtos que afirmam ser sustentáveis à natureza, independentemente da veracidade de suas características. Dessa forma, há o apelo comercial emocional com foco na empatia.
Em suma, urgem ações solucionadoras para o revés previamente explicitado. Nesse sentido, cabe ao Governo Federal, juntamente com prefeituras municipais, o incentivo a campanhas de conscientização sobre os perigos da priorização do rendimento empresarial ilimitado em negligência a preocupações ambientais a longo prazo. Além disso, é necessária a instauração de leis mais rígidas a respeito de estratégias de marketing enganosas como o Greenwashing. Por fim, a conexão dos cidadãos com os ecossistemas, assim como o respeito à natureza serão instaurados.