Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 18/04/2018
No limiar do século XXI, observa-se a constante ascensão no que se refere às redes sociais, a exemplo do Facebook, rede social criada por Mark Zuckenberg em 2004. Porém, com a total liberdade dos usuários da mesma, começaram a ser veiculadas as “Fake News”, notícias falsas que aparentam ser verdadeiras.
É relevante abordar, primeiramente, o caso ocorrido em julho de 2016, quando surgiram notícias no Twitter, de que a “youtuber” Marina Joyce, teria sido sequestrada pelo namorado, e a partir do ocorrido, os usuários dessa rede social, trouxeram à tona várias suspeitas, incluindo violência doméstica, terrorismo, depressão e drogas. Porém, no mesmo ano, Marina afirmou que se tratava de notícias falsas, sem qualquer veracidade.
Deve-se abordar, ainda, o artigo fraudulento publicado em 1998 por Andrew Wakefield, sendo responsável pelo pânico na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, tendo associado a aplicação de vacinas para sarampo, caxumba e rubéola, ao aparecimento do Transtorno do Espectro Autista em crianças, e fazendo com que muitos pais deixassem de vacinar seus filhos, contribuindo, então, para o aumento de casos de tais doenças.
Diante disso,cabe ao governo, a realização de ações afirmativas como a educação digital, podendo ser realizada através de palestras, panfletos, e veiculando-se propagandas nos meios de comunicação para que a população seja alertada quanto à existência de “Fake News”. Assim como a implantação de políticas por parte das redes sociais, a fim de impedir a veiculação de tais notícias, bloqueando o perfil do usuário assim que a veracidade dos fatos forem confirmadas, trazendo assim, à sociedade, mais segurança e informação com qualidade.