Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 27/04/2018

Entende-se como “fake news”, notícias falsas, mas que aparentam ser verdadeiras. Com isso, no mundo globalizado e digital, a rapidez que as notícias se espalham é superior ao século XVlll, na França, em que só era utilizado o jornal. Diante disso, deve-se analisar as consequências das falsas notícias na vida das pessoas.

Durante a Revolução Francesa, notícias falsas foram espalhadas em relação à Maria Antonieta, que contribuiu para o ódio patológico em relação à rainha, desencadeando sua morte. De maneira análoga, a vida de diversas pessoas é negativamente influenciada com notícias falsas e comprometedoras que são compreendidas como verdadeiras. Essa expansão informacional distorcida pode manipular toda a população e, desencadear a hostilidade e a intolerância, como ocorreu com Maria Antonieta, que foi morta.

Além disso, nota-se, ainda, que na atual era digital, mentiras são instantaneamente espalhadas nas redes sociais. Segundo o Ministro da propaganda da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels, uma mentira dita mil vezes torna-se verdadeira. Seguindo essa lógica, a mídia, como maior disseminadora de informação, insiste em apresentar notícias falsas e distorcidas de acordo com o seu pensamento, conseguindo manipular a mente de um grande grupo populacional.

Torna-se, evidente, portanto, que as “fake news” são capazes de manipular a mente das pessoas e ocasionar problemas irreversíveis. Cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e comunicações, juntamente com o poder legislativo, a instituição de leis específicas contra mentiras publicadas, a fim de inibir o impacto na vida das pessoas. Dessa forma, essa política fará com que os grandes canais de informação se comprometam com a verdade e incentivem os internautas a criticarem o que está sendo apresentado pelo sensacionalismo midiático.