Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 15/10/2018
Em conformidade com o poeta Carlos Drummond de Andrade, “Tinha uma pedra no meio do caminho”. Nesse contexto, percebe-se que as noticias falsas conhecidas popularmente como “Fake News” se encontra deturpado no Brasil. Com isso, ao invés de funcionar como um país sem obstáculos, as dificuldades persistem, seja por ascensão da internet ou o espúrio de informações.
Em primeira análise, cabe pontuar que depois da criação da internet, no século XIX, proporcionou bastante mudanças e avanços, porém esse acervo informacional concebeu mais espaço para um óbice: a veiculação de noticias falsas. Entretanto, se o individuo não tiver conhecimento dos males que a rede de computadores pode proporcionar, a vítima pode cair em sites com mensagens ilusórias e acreditar, trazendo problemas para si próprio ou para outras pessoas, através da propagação dessas informações com compartilhamentos e comentários. Comprova-se isso por analogia ao filosofo grego Aristóteles, que afirmava: “A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces”. Dessa forma, vê-se que cabe não só ao Ministério da Educação, mas também à ajuda da família, distanciar dificuldades no ensino com projetos educacionais como, por exemplo, apresentações artísticas e atividades lúdicas a respeito dos perigos das “Fake News”. Com o propósito de conscientizar adultos e crianças. Desse modo, a sociedade terá vantagens no futuro e terá menos empecilho.
Outrossim, convém frisar que, essas falsas acusações podem acabar gerando danos , como: agressões, traumas, mortes, suicídio e empresas falindo. Algumas dessas companhias como o Google, usam ferramentas como “Bots”, robôs virtuais para filtrar informações falsas, porém mesmo com vários métodos para diminuir essas notícias, ainda continua atingindo vários usuários com rapidez. Uma prova disso está em dados divulgados pela mídia como, por exemplo, na pesquisa realizada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusttes (MIT), estas informações se espalham 70% mais rápidos. Diante disso, percebe-se que, as mídias poderiam realizar campanhas de alerta ao o espúrio de informações, mediante a publicações de vídeos que ensinem a identificar uma conteúdos pseudônimos.
Dessarte, para atenuar a problemática, é imprescindível que o Governo, consonância com o Ministério da Educação, as Mídias e a Secretaria da Segurança Pública, crie aplicativos e sites com uma ouvidoria pública, para receber denúncias anônimas, além de permitir fazer publicações de sites que propaga as “Fake News”, para serem investigados, através de uma ampla divulgação midiáticas, que inclua propagandas televisas, entrevistas em jornais e debates entre professores e alunos. Dessa forma, a ação iniciada no presente, seria capaz de modificar um futuro amargo e como advertiu Drummond, sem pedras, na sociedade brasileira.