Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 11/05/2018
Desde a criação da imprensa, por Jonhannes Gutenberg, no século XV, até a imprensa hodierna ocorreram muitas mudanças, principalmente com advento da globalização. Assim, a forma de veicular a informação deixou de ser exclusivamente no papel e passou a ser também na internet. Porém, tal avanço trouxe, juntamente a si, as fake news (informações falsas) que são postadas pretensiosamente pela ‘‘imprensa marrom’’ e difundida pelo usuários causando efeitos negativos, que chegam a difamar pessoas e mudar rumos de eleições.
Primeiramente, é necessário compreender a ‘‘imprensa marrom’’ como um dos principais vetores de propagação fake news.Esta expressão é de cunho pejorativo, utilizada parar se referir a veículos de comunicação considerados tendenciosos. E, esse tipo de imprensa foi responsável difundir nos Estados Unidos informações falsas sobre a então candidata Hillary Clinton, que superaram em alcance de pessoas das mídias tracionais gerando influência nas eleições Americanas de 2017, segundo o site BuzzFeed.Logo, nota-se um dos principais perigos da fake news, o uso de usuários como mecanismo de manobra para apoio político.
Nesse contexto, é imprescindível reconhecer usuários da internet como propagadores das fake news. Dessa forma, esses indivíduos muitas vezes no imediatismo acabam por não checar as fontes, assim, difundindo inverdades.Um exemplo disso, é o caso de Marielle Franco, vereadora carioca, que após sua morte, teve seu passado ligado a traficantes com o objetivo de tentar manchar imagem de vereadora e desmobilizar movimento de repúdio à crime político, segundo a Revista Subjetiva.Em suma, esse fato reforça a importância de validar informações antes de compartilharas.
Torna-se evidente, portanto, que a ‘‘imprensa marrom’’ tem feito dos usuários propagadores das fakes news fazendo da massa mecanismo de manobra.Em um contexto de internet, cabe ao Poder Legislativo criar e aprovar medidas que visem a efetiva punição criadores das inverdades, por meio do Poder Executivo, bem como a punição das plataformas virtuais como responsável por veicular essas informações, como foi feito pelo Congresso Americano com o Facebook, visando a proteção da integridade de todo cidadão como previsto no quinto da Constituição Federal. Além disso, o Ministério Público deve criar propagandas de validação das fonte informação, por meio das mídias tradicionais para a conscientização de uma população. Dessa forma,todos terão o conhecimento dos perigos da fake news.