Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 19/05/2018
A invenção da imprensa por Johann Gutenberg no século XV revolucionou a informação em massa. No entanto, esta aquisição aumentou a disseminação das notícias falsas, que na sociedade pós moderna chamamos de “Fake News”. Hodiernamente, é a erva daninha da era tecnológica, e sem dúvidas, um imbróglio advento desta geração.
Em primeiro plano, é necessário analisar o nascimento da internet como componente crucial de disseminação de ideologias em massa. Nesse sentido, os internautas são incapazes de reconhecer a veracidade das notícias, uma vez que os criadores utilizam de apelação emocional ou fato de urgência. Desse modo, as pessoas acreditam fazer o certo ao repassar tais postagens, considerando-as reais e úteis.
Atribui-se a Joseph Goebbels a frase: “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. Nesse contexto, as notícias falsas espalhadas inúmeras vezes tornam-se incontestáveis para os leitores, cujo sentimento de revolta levam-os a praticar no possível sujeito da notícia, transtornos morais e psicológicos. Além disso, muitas vezes acaba em agressão, assassinato e até o suicídio daquele que é alvo de calúnia.
Fica claro, dessa forma, que as notícias falsas é um problema a ser combatido. Portanto, é papel do Ministério da Educação introduzir nas escolas projetos com a presença de profissionais da área tecnológica, direcionados aos alunos e suas respectivas famílias, acerca das consequências das “Fake News” e orientando a identificação destas, formando indivíduos mais críticos. Ademais, é papel da mídia apurar os fatos e checar as informações. Por fim, é preciso que os leitores confira diversas fontes sobre o fato e o ser humano perceba que a ideia é o vírus mais poderoso que existe.