Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 31/05/2018
Durante o nazismo, na Segunda Guerra Mundial, a mídia e as pessoas que trabalhavam com Hitler propagavam diversas notícias falsas acerca da imagem do governo e do líder, as quais eram transmitidas como sendo excelentes, tanto pela mídia impressa quanto via rádio e o “boca-boca”. Mesmo um século se passado, pode-se perceber que a quantidade de “Fake News” estão cada vez maiores na atualidade, tendo como principal meio as redes sociais, causando calunia e difamação, pessoas sendo enganadas podendo serem responsabilizadas por crimes que, a princípio, não cometeu.
Na contemporaneidade, onde quase 100% da população está conectada, a divulgação e o compartilhamento de notícias mostra-se progressivamente em evidência e devido a isso, os autores das “Fake News” aproveitam para publicá-las. Essas divulgações, muitas vezes, apresentam questões polêmicas de interesse público sendo exposto no título para chamar a atenção de imediato e fazer com que as pessoas acessem, tendo em vista que os publicadores faturam à medida em que o site possuir mais “clicks”. Assim, os internautas lêem as novidades, acreditam no fato dito e compartilham.
Ademais, urge salientar que embora muitos pensem que compartilhar notícias sem saber sua veracidade não causa nenhum problema, mas na realidade causa. Além de poder está caluniando alguém, também pode está denegrindo tanto a imagem da mesma quanto a de um estabelcimento, podendo por fim ser processada por calunia e difamação. Por exemplo, em São Paulo, uma ativista protetora dos animais foi condenada a uma multa de dez mil reias por danos morais ao profissional veterinário por ter compartilhado um texto que o criticava por maus tratos.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Nesse sentido, de acordo com o Ministro da Propaganda de Hitler - Joseph Goebbels - “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. Desse modo, o Ministério da Justiça em consonância às redes sociais devem fiscalizar as notícias que estão sendo publicadas para que as mentiras não tornem verdades, rastrear o autor, condená-lo à multa e a detenção, bem como fazer a retirada da mesma. Além disso, as redes sociais juntamente ao Ministério Público devem investir em propagandas dando dicas sobre como descobrir a autenticidada das questões expostas pela mídia, como não ler somente o título, verificar o nome do escritor e do site, dentre outras. A sociedade, por sua vez, deve seguir as indicações com o intuito de não ser punida po compartir informações inverídicas. Dessa forma, com a colaboração de ambos, diminuirá os índices de notícias falsas.