Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 27/05/2018

Na Grécia Antiga, os sufistas não se preocupavam em propagar a verdade desde que os fatos mentirosos persuadissem o ouvinte. A recorrência da propagação de notícias falsas é assustadora, tendo potencial para se tornar uma arma contra muitos, pois os infratores dessa prática são motivados por ganhos financeiros utilizando as redes sociais e aproveitando-se do comodismo que a população absorve essas informações.

As fake news se manifestam de várias formas com o objetivo de disseminar uma calúnia. Segundo o ex-ministro de propaganda Joseph Goebbels, ‘‘uma mentira repetida mil vezes, torna-se verdade’’, seguindo essa linha de racíocinio, as redes sociais age como protagonista por facilitar a transmissão desse problema tanto pela quantidade de acesso e usuários que a mesma possui, quanto pela facilidade de divulgação por meio de imagens, títulos, histórias, entre outros meios. Com isso, dando mais credibilidade à informação mesmo sem embasamento.

Além disso, a agilidade e convicção dos compartilhamentos é onde o perigo mora, pois acabam gerando um efeito negativo na sociedade. Em 2014, uma mulher morreu espancada por grupo de moradores que acreditaram nos boatos espalhados na internet sobre a mesma, essa realidade aponta a falta de pesquisa e fundação da população. Torna-se claro, nesse sentido, que outro malefício presente nessas circunstâncias é a reação das pessoas às falsas informações e como isso afeta de maneira negativa na comunidade.

Portanto, medidas são necessárias para solucionar esse impasse. Logo, as redes sociais junto com a justiça de cada país devem ser mais rigorosos na punição de infratores, fazendo com que pague multas, afim de evitar o crescimento dessa prática. Ademais, é importante a população mudar de atitude em relação à essas divulgações e ajudar a combater esse problema embasando as notícias antes de compartilhar ou reagir a elas. Só assim, essas propagações ficarão no passado e a internet se liberará desse mal.