Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 08/07/2018
Com o advento do meio técnico-científico-informacional e a globalização, foi ampliado o “leque” de informações e notícias, porém houve aumento significativo de fontes dubitáveis, gerando assim as chamadas “Fake News”, termo em inglês utilizado para se referir a notícias falsas, que é um sério problema do século XXI.
Geralmente as “Fake News”, se propagam nas redes sociais, quando as pessoas compartilham notícias sem ao menos checar as informações. Mesmo com a facilidade para pesquisas que a internet proporciona, grande parcela da população, não se dão ao menos o trabalho de procurar a verdade em fontes confiáveis, e acabam se tornando “massa de manobra”, seja de políticos, ou donos de sites que lucram com a disseminação das “Fake News”. Como dizia Immanuel Kant: “Sapere aude”, ou seja ouse saber.
Os criadores das “Fake News”, contam com títulos sensacionalistas, que provocam a curiosidade das pessoas, geralmente são a respeito de famosos. Segundo o site Terra, foram utilizadas inúmeras notícias falsas contra Hillary Clinton, ex-candidata a presidência dos Estados Unidos, com o intuito de eleger Donald Trump, o que mostra o interesse dos políticos na divulgação de notícias falsas afim de promover sua eleição.
Conquanto, as “Fake News” são facilmente evitadas, quando checamos se a fonte da notícia é confiável, como matérias de universidades, IBGE, etc. Além disso é dever da população denunciar notícias com teor de difamação e falsidade, pois nos artigos 138 e 139 da Constituição, está colocado como crime o ato da calúnia, então ao fazermos nossa obrigação, extinguiremos essa “Patologia” da internet, pois segundo Goebbels “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.