Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 22/06/2018

As notícias são fundamentais na século XXI, pois mantêm as pessoas atualizadas do que está acontecendo no mundo, por meio principalmente da internet; porém, as notícias falsas(Fake News) são criadas com interesses particulares conforme o desejo do autor, prejudicando assim as pessoas, ou até mesmo, países; devido à falta de segurança no mundo virtual cuja função na internet é proteger os cidadãos de crimes digitais, como roubo de informações e etc.

Em primeira análise, vale ser ressaltado que a falta de investimentos na segurança digital do Brasil, por parte do Estado, contribui de forma significativa para a disseminação de Fake News. Em superpotências, como os Estados Unidos da América(EUA), existem agências que fiscalizam de forma rígida as informações na rede, através da National Security Agency(NSA), diferentemente do Brasil que não possui uma sequer agência de segurança da informação, resultando na facilidade de pessoas em colocar Fake news na internet brasileira.

Outrossim, segundo Albert Einstein: “Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade”. De maneira análoga, é imprescindível dizer que, quando uma notícia falsa é lançada na internet é praticamente quase impossível nós seres humanos exclui-la da rede mundial, visto que elas se espalham de forma muito rápida. Além disso, na maioria das vezes, as pessoas não verificam a verossimilhança da informação, devido à dificuldade em perceber se uma notícia é falsa ou não, contribuindo para sua disseminação.

Logo, é mais do que certo encontrar soluções para os problemas em questão, mas também evitar que eles aconteçam. Em vista disso, cabe ao Poder público criar uma agência nacional de segurança da informação brasileira, por meio do Estado, a qual atue de forma efetiva na veracidade das informações manipuladas na internet e outras objeções, a fim de que reduza ao máximo problemas relacionados à tecnologia da informação no Brasil, melhorando assim a internet, que a maioria dos brasileiros utilizam.