Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 23/06/2018
“O homem nasce livre e por toda parte encontra-se acorrentado.” A frase do filósofo iluminista Rosseau faz alusão à prisão do homem ao sistema capitalista. Além disso, com a globalização, a rede de informações é extensa, assim surgem notícias falsas e perigosas. Dessa maneira, deve-se analisar como as redes de informação e a falta de tempo prejudicam a questão.
Indubitavelmente, proliferação de redes de informação é a principal responsável pela manutenção das Fake News. Isso porque, embora a função desses meios seja noticiar, muitas vezes, sites e redes sociais trazem falsas informações sobre diversos tema. Destarte, como mostra Rousseau, o ser humano encontra-se acorrentado à essa rede que pode prejudicá-lo pelo mau uso nas pesquisas. Outrossim, a globalização apenas e às redes de informação apenas expandem-se, consequentemente, o índice de pessoas afetadas por falsas notícias, também.
Atrelado à expansão das redes, nota-se que a falta de tempo também prejudica a questão. Isso decorre da Revolução Industrial, quando a sociedade passou a doar grande parte do tempo ao trabalho. De certo, a sociedade, então, por tender a incorporar costumes de época, conforme defendeu o sociólogo Pierre Bordieu, naturalizou essas atitudes e persiste praticando-as até os dias atuais. Analogamente, as comunidades não possuem tempo para analisar a veracidade de informações e acabam acreditando e expandindo as Fake News.
Diante dos fatos supracitados, nota-se que a globalização e a falta de tempo prejudicam a obtenção de notícias verdadeiras. O Governo Federal, portanto, por meio do Ministério das Comunicações deve divulgar notícias informacionais verídicas, por meio de projetos e divulgações nas redes sociais e sites com materiais online sobre sites seguros e perigo de falsas notícias, a fim de diminuir a expansão e potencialização dos males causados pela rede de ivericidades que cerca o mundo.