Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 25/06/2018
Em 2016, “pós-verdade” foi eleita a palavra do ano pelo dicionário Oxford, cujo refere-se na qual as emoções e crenças pessoais afetam mais que a opinião pública do que fatos objetivos. As notícias falsas refletem esse cenário, visto que se deve a fatores como o poder de difusão da era da informação e a falta de educação digital da sociedade brasileira.
Em primeira análise, é importante salientar que essas notícias possuem títulos chamativos com assuntos que atraiam uma massa de leitores, que consequentemente, compartilham essa notícia falsa inconsciente. Joseph Goebbels, Ministro de Propaganda do Hittler, afirmou que uma mentira contada mil vezes tornava-se verdade, evidenciou que quanto mais uma pessoa é exposta a mentira, mais fácil dessa falta informação ser aceita como verídico.
Ademais, o que agrava esse cenário é a falta de educação digital da sociedade brasileira. A falta da perícia para identificar uma Fake News contribuiu para aceitação dos faltos. Exemplo disso, segundo o site “g1.com” houve uma desistência de 25% da população em tomar a vacina contra a febre amarela por terem recebido no Whatsapp a mensagem de uma suposta médica, falando que a vacina era perigosa.
Portando, medidas devem ser tomadas para que essa problemática seja amenizada. O Ministério da Educação em parceria com a Mídia, devem promover propagandas de cunho educativo sobre os métodos para identificar as Fake News com o intuito de promover a diminuição no compartilhamento e difusão das mesmas. Além disso, o Ministério da Defesa deve intensificar a fiscalização das falsas informações a fim de promover o bloqueio de conteúdos falsos evitando a difusão destas.