Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 27/06/2018
“Sívio Santos morreu”; “Xuxa assume pacto com satanás”; “Brasil entra em guerra armada”. Notícias Falsas, circuladas - primordialmente - no mundo virtual, vêm originando robustas ondas de repercussão pela nação verde e amarela, germinando nocivos ares de desinformação na população canarinha. Nesse prisma, é crucial colocarmos a lupa sobre os perigos das “Fake News”, mirando ações afirmativas que visem aplacar essa ameaça à era da informação.
Em primeiro plano, é crucial nos debruçarmos sobre os matizes históricos das Fake News. Sob tal perspectiva, é válido ressaltar que a proliferação de notícias inverídicas não é um aspecto, exclusivamente, hodierno, visto que - durante o regime nazista - propagandas falsas a respeito dos campos de concentração eram veiculadas pelos sistemas de rádio, florescendo, na antiga população alemã, um aterrorizante sentimento de despreocupação. Ademais, em um contexto nacional, consta-se as mentiras difundidas - pelo Governo da Era Vargas - que, censurando os principais vetores jornalísticos, impunha visões distorcidas no pensamento dos brasileiros. Logo, torna-se imprescindível que as escolas instiguem os alunos, desde cedo, a desenvolverem um pensamento crítico, pois, dessa forma, será dificultada a introdução de mentiras a seus ideais.
Outrossim, é pertinente analisarmos os malefícios das Fake News ao cenário político da terra tupiniquim. Nesse viés, é imperioso destacar a existência de figuras políticas extremistas, como Jair Bolsonaro, que, disseminando informações falsas acerca de nossa pátria, arrecada torcedores políticos pelas redes sociais; e isso é uma grave realidade às próximas eleições presidenciais. Acresce-se a isso a questão de que os internautas não buscas checar as informações que obtêm no universo cibernético, corroborando, de forma assídua, opiniões equivocadas sobre o cenário eleitoral nacional. Assim sendo, faz-se necessária uma abrangente conscientização - no tocante as conhecimentos obtidos na internet - aos “brazileiros” que alienam-se com dejetos “on-line”.
Infere-se, portanto, que a existência das Fake News é, ainda, desconhecida por inúmeros internautas brasílicos. Destarte, é ponderável que o Ministério das Comunicações atue, de forma ávida, sobre a internet, retirando elementos falaciosos, potenciais desvirtuadores de ideais, da rede de computadores. Além disso, é contundente que o Ministério da Educação, em parceria com as escolas, insira mais períodos semanais da matéria de filosofia, visto que, desse modo, os jovens estudantes brasileiros desenvolverão um pensamento extremamente crítico. Somente sob tais óticas, poderemos sonhar com um futuro em que os indivíduos naveguem na internet, dado que, atualmente, naufragam.