Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 05/07/2018

A disseminação de informações falsas no mundo passou a ser designada “Fake News” após as eleições de 2016 nos EUA, quando Donald Trump e Hilary Clinton eram candidatos à presidência com ideais contraditórios. A partir de então, a desvalorização do jornalismo profissional passou a ser comum em diversos países, sobretudo no Brasil. Com isso, notícias falsas são constantes nas redes sociais mais acessadas por brasileiros ( Facebook, Twitter e WhatsApp). A fim de que, futuramente, os danos provocados por elas sejam menores, a situação deve ser contida.

Atualmente, o Brasil é o país que mais possui usuários acessando as redes sociais, fato que implica na maior disseminação de informações falsas. O tipo de informação sem embasamento mais corriqueiro são as de caráter político, visto que, é ano de eleições presidenciais e estas são as mais imprevisíveis desde o final do Regime Militar (redemocratização).

Outro fato importante para compreender todo o sistema é a defasagem da educação digital no país, isto é, a falta da verificação das fontes das notícias, das datas e também da exclusão dos ideais de cada indivíduo ao analisar as “Fake News”.   Com isso, pessoas “chaves” são utilizadas na disseminação das primeiras informações não verídicas, culminando em milhões de pessoas mal informadas.

Para tanto, a educação digital a fim de estimular o pensamento crítico do leitor sobre a informação recebida ser verídica ou não e conter a maior difusão é medida que se impõe. A criação de links informacionais sobre como identificar uma  notícia inverídica pelos mentores das redes sociais bem como  a criação e aplicação de um filtro de notícias por especialistas do jornalismo profissional nas redes sociais mais acessadas, são ideais para a existência de uma harmonia na Era da Informação.