Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 30/10/2018

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa que estão aumentando as notícias falsas, as chamadas ‘‘fake news’’ que vem gerando conflitos e até mesmo mortes por enganos, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país.

É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Tal fato se reflete na liberdade que os usuários possuem na internet para a publicação das fake news que se espalha rapidamente nas redes sociais  por meios de compartilhamentos de pessoas que não se aprofunda para saber se realmente é uma notícia verdadeira o que gera inúmeros conflitos.

Outrossim, ponto relevante nessa temática são de interesses benéficos, dinheiro, dá inferioridade aos rivais em políticas, que consequentemente quanto mais cliques  mais  dinheiro se ganha. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que essa prática chamada fake news precisa ser combatida para o bem estar da sociedade.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Como já dito pelo pedagogo e filósofo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas, e essas mudam o mundo. Logo, o Ministério da Educação (MEC) deve instituir, nas escolas, palestras ministradas por profissionais que discutam o combate às chamadas fake news, os ensinando como se aprofundar mais e como identificar as notícias falsas. Destarde o Estado deve fazer propagandas nas mídias e redes sociais, alertando os dos possíveis  avisos enganosos, a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus para que não viva a realidade das sombras, assim como na alegoria da caverna de Platão.