Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 17/08/2018

O “telefone sem fio” era uma brincadeira muito popular entre as crianças há alguns anos atrás, ela consiste em repassar informações para o outro sem alterá-la. Porém ao fim da rodada muitas vezes o resultado divergia da ideia original. Apesar de ocasiões diferentes, ainda é muito comum a disseminação de notícias falsas ou modificadas. Pelo fato de não haver atenção ao checar a veracidade ou origem da informação.

Com o avanço tecnológico atual esse problema tem se tornado ainda mais recorrente, devido a facilidade e rapidez de compartilhamentos por redes sociais e seus afins. E com o surgimentos de plataformas digitais ficou ainda mais fácil essa disseminação, visto que muitas se importam apenas com os acessos e fama por meio dessas postagens, conhecidas também como “fake news”.

Em virtude de pessoas desinformadas que consomem e compartilham esse tipo de entretenimento pode ocorrer alardes e tumultos desnecessários por serem frutos de uma informação falsa. Constantemente são casos de notícias absurdamente ficcionais por não conterem dados ou informações mais profundas que comprovem sua autenticidade.

Entende-se, diante do exposto, a necessidade de ações para atenuar o crescente número de notícias falsas. É fundamental, portanto, a criação de leis rígidas com alto valor de multa e uma grande fiscalização por parte do Ministério das Comunicações aos sites os quais produzem o conteúdo, e também aos indivíduos que os compartilham, com o intuito de restringir o número de “fake news” que circulam pelas redes.

Além do mais, também é função da população gerar o habito de averiguar a genuinidade e a procedência das informações as quais compartilham. Por fim, diante dessas ações é possível um maior controle sobre o que é compartilhado e um decremento de dessas farsas virtuais.