Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 10/08/2018

Verdade ou mentira?

Esperança. Alegria. Sofrimento. Esses são alguns dos sentimentos gerados após a dissipação de fake news na internet. Em maio de 2018, na Bahia, pessoas de diversos estados fecharam a frente da sede do Serviço de Intermediação Municipal de Mão de obra (SIMM), depois de receberem a notícia que a empresa estaria contratando. Em seguida, foi confirmado que era uma falsa notícia divulgada no Whatsapp e houve manifestação.

Em primeiro lugar, é valido ressaltar que as fake news não são obras fictícias ou brincadeiras, mas sim uma mentira de má intenção com intuito de provocar ou gerar fama. Antigamente, este tipo de informação já existia, porém, não era transmitido tão velozmente quanto hoje. Além disso, a mídia, sendo um ótimo meio de comunicação, possibilita ao indivíduo compartilhar qualquer tipo de informação, seja uma foto do passeio do final de semana, uma receita, ou até mesmo algo sobre algum artista famoso, por exemplo.

Contudo, as redes sociais como Facebook e Whatsapp não têm apenas lados positivos.  Devido sua praticidade, notícias são compartilhadas a todo instante, mesmo não tendo feito a verificação de veracidade. Normalmente, isso acontece devido o alto número de compartilhamento, fazendo com que a notícia seja “verdadeira” para quem a propaga.Segundo o professor Walter Capanema, “Se a pessoa cria um perigo, manda uma mensagem que provoca alarme, ela pode ser conduzida ao juizado especial, possivelmente vai ser processada e pode responder pelo artigo 41 da Lei das Contravenções Penais".

Portanto, cabe ao indivíduo verificar a fonte daquela informação antes de compartilhá-la, seja através da data de publicação ou em sites confiáveis, por exemplo. A mídia, por sua vez, deve banir notícias bizarras e desconfiáveis, afim de evitar que a população seja vítima de fake news, como os trabalhadores que foram à Bahia.