Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 15/08/2018
Alta viralização das fake news.
Nos últimos anos, ocorreu um aumento considerável no uso de redes sociais e meios de comunicação eletrônicos para a transmissão de notícias, com isso, tem se tornado cada vez mais comum a propagação de notícias falsas (fake news) nos meios mediáticos. Dessa forma, é necessário uma formação de políticas públicas visando o combate de “fake news”.
Primordialmente, é notável o acréscimo de “fake news” que cercam a população e se fazem presentes em diversas áreas de informação como transporte, saúde e política. No geral, as “fake news” apresentam um caráter crítico, o que torna dificultoso a identificação de notícias tendenciosas. Segundo o jornal “Folha de São Paulo”, um estudo afirmou que notícias falsas viralizam de forma mais ampla e rápida do que notícias reais. Desse modo, o alto acesso da sociedade a notícias falsas pode gerar um avançado grau de desinformação.
Ademais, como as fake news se expressão em diversos âmbitos, tem se tornado comum a dispersão de notícias que geram medo e causem um alarme nos cidadãos. Por conseguinte, os meios midiáticos que produzem e espalham esse tipo de “fake news” poder ser julgados penalmente pelo artigo 41 da Lei de Contravenções Penais (Lei 3688/41), onde provocar alarmes ou perigos inexistentes pode gerar multa e até prissão aos responsáveis.
Dessarte, fica claro que há gradativamente o aumento de fake news na sociedade, tornando árduo a distinção de quais notícias são reais ou falsas. Portanto, se faz necessário a implementação, através do Ministério da ciência, tecnologia, inovações e comunicações, políticas públicas de penalização aos meios midiáticos que se apropriem de “fake news”, e com isso, aos poucos erradicar a poluição de notícias falsas em redes sociais e outros meios de comunicação.