Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 26/08/2018
Os meios de comunicação passaram por transformações durante toda à história, chegando ao seu ápice no processo de globalização. Nesse contexto, nasce o termo “Fake News”, originado do exacerbado fluxo de informação da sociedade conectada. À falta de verificação da fonte e o uso da facilidade para gerar informação, falsa, contribuem para expanção do problema, acarretando na naturalização. Logo, mostra-se fundamental medidas para diminuição do hábito.
Em primeiro lugar, a popularização e o uso recorente das redes sociais possuem grande influência sobre o caos informativo atual. Ainda que a expansão dos periféricos de informação tenha ocorrido, paralelamente não aconteceu o mesmo com à educação digital. O téorico francês Gilles Lipovetsky apontou à existência de uma cultura da imediatez muito presente na sociedade contemporânea, algo que se evidência pelo precoce compartilhamento de notícias antes da verificação do rigor do conteúdo.
Além disso, hoje na sociedade hodierna as “Fake News” em muitos casos não carecem de provas, pois hoje há a possibilidade de fabrica-las. “Deepfake” denomina tanto o usuário do reddit criador de uma tecnologia com função de trocar rosto de estrelas pornos por de outras pessoas, quanto o nome usado para falar sobre a prática na mídia, Gal Gadot e Taylor Swift são exemplos de vítimas. Como a tecnologia pode ser usado com qualquer pessoa isto pode gerar a constante prática de uso em atritos pessoais, assim acrecentando a difamação com “provas” no meio social.
Isto posto, práxis tornam-se necessárias para o combate ao problema. É importante que, por meio de uma alinça entre, o MEC e Ministério das Comunicações seja criado palestras mistradas por estágios de Direito e Jornalisno falando sobre o impacto do compartilhamento de notícias sem fonte e suas consequências, através das empresas, escolas e ongs. Ademais, deve-se criar uma comissão de crimes, por meio da Câmara dos Deputados para buscar um arrocho no projeto de lei que busca a tipificação criminal no compartilhamento e divulgação de informação falsificada.