Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 19/08/2018

O advento da internet em 1990, por Tim Berners Lee, marcou um novo período na história humana e foi caracterizada pela infinidade de dados em circulação e, com isso, abriu brechas à veracidade da informação. Por esse ângulo, eclode o termo “fake news” para caracterizar a deliberação de conteúdos falsos na rede digital, uma realidade na rede informática brasileira.

Em primeira análise, cabe pontuar que as instituições sociais se apropriam dos meios de comunicação digital mediante financiamentos com empresas especializadas em notícias falsas às escondidas, com intuito de conseguirem objetivos políticos, sociais e econômicos. Comprova-se isso por meio das investigações feitas pela Polícia Federal Americana, de acordo com os quais comprovaram a interferência do governo russo nas eleições dos Estados Unidos por meio de conteúdos falsos propagados em redes sociais. Além do que, em uma sociedade fundamentada pela desinformação, o resultado é a ignorância e, conforme Símon Bolívar (político venezuelano): “Um povo ignorante é o instrumento cego da sua própria destruição”. Dessa forma, com a finalidade de abrandar esse entrave é preciso a repressão da lei para os praticantes de divagações falsas.

Ademais, convém frisar que são quase inexistentes meios informativos que instruem a população brasileira de como se comportar diante de informações veiculadas na internet. Isso deve ao fato de que existe um suposto desdém ou até mesmo subestimação com o poderio das “fake news”. A importância do governo dar atenção a essa conjuntura está na frase de Thomas Jefferson, que diz: “O cuidado da sociedade, não sua destruição, é o primeiro e único dever de um bom Governo”. Diante disso, com o propósito de minorar esse impasse, é preciso que o Governo intensifique comunicações de massa para instruir à população se posicionar diante de dados falsos.

Torna-se evidente, portanto, que medidas são necessárias para atenuar a problemática. É imprescindível que a Polícia Federal realize pesquisas científicas, no seu setor científico, a fim de criar softwares de buscas de dados falsos na internet e, em razão disso, apliquem as penalidades aos supostos praticantes, para que, assim, haja a repressão da lei e a população brasileira não fique fundamentada em ilusões. Além disso, é essencial que o Ministério da Educação realize projetos que integrem os estudantes e as famílias, expondo em feiras e palestras escolares sobre “meios de como conferir a confiabilidade e veracidade de informações” e, por essa estratégia, o Governo cuide de sua sociedade e a população receba instruções que merece. Logo, há de se afirmar que a pátria educadora oferece mecanismos exitosos para a combate de “fake news”.