Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 25/08/2018

Uma análise no twitter mostrou que a chance de uma notícia falsa ser repassada é 70% maior do que a de notícias verdadeiras. Isso demonstra a dificuldade de que as pessoas tem de identificar as fake news, e quem as faz não leva em conta os danos causados nas pessoas envolvidas nessas mentiras.

Portanto, se te a necessidade urgente de que as pessoas quando estão na internet saibam e procurem identificar as fake news. Que geralmente são notícias alarmantes, sem apuração jornalística, sem data nem local e sem linguagem rebuscada. Na maioria das vezes basta que algumas pessoas que não checaram se era falsa compartilharem , para se disseminar na internet essa difamação, dando a essas pessoas que criam esses boatos o prazer de continuarem fazendo e falando tudo o que podem mesmo que seja falso para conseguir visualizações e ganhar dinheiro em cima da difamação de outras pessoas a qualquer custo.

Em consequência disso, vê-se a todo instante que atos assim podem causar sérios prejuízos, muitas vezes irreparáveis as pessoas difamadas, podendo causar prejuízos mentais e sociais, em que algumas pessoas podem tentar ou até mesmo se matar e outras têm dificuldade em conseguir empregos. Além disso, pode influenciar diretamente nas eleições, como o caso das eleições dos EUA, em 2016, que fizeram afirmações falsas que foram rapidamente espalhadas, em que duas foram negativas a Hillary Clinton, em que uma delas dizia que ela estava muito doente sendo afetada pelo mal de Parkinson, e que a outra foi uma mentira também mais acabou beneficiando Donald Trump. E isso resultou no ganho da presidência de Trump, sendo que antes tudo indicava que Hillary iria ganhar.

Em virtude dos fatos mencionados, a pessoa que faz a divulgação ou compartilhamento de informações falsas ou incompletas na internet é conduzida ao juizado especial, que possivelmente vai ser processada e pode responder pelo artigo 41 das Contravenções Penais (provocar alarma, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato de produzir pânico ou tumulto. Porém, é preciso que essa lei dita anteriormente seja implementada de forma mais rígida para que aja maior eficácia. Uma outra forma de tentar combater o problema seria que os núcleos tecnológicos criassem um aplicativo com a finalidade de identificar e rastrear notícias falsas por meio das fontes.