Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 24/08/2018

Durante o Governo Constitucional de Getúlio Vargas a notícia de que os comunistas tentariam assumir o poder político foi disseminada, mesmo sendo uma mentira. De maneira análoga, muitos indivíduos hodiernamente espalham informações falsas e boatos, conhecidas como fake news. Nesse contexto não dúvidas de que tal ato ato é um desafio o qual ocorre devido não só as raízes históricas

É preciso considerar, antes de tudo, que as notícias falsas espalhadas hoje evidencia a perpetuação de práticas históricas. A respeito disso, sabe-se que, durante a Segunda Guerra Mundial, o mistro de propaganda nazista utilizava jornais, filmes e propagandas para divulgar informações falaciosas sobre o regime. Desse modo, infere-se que os excessivos boatos e falsos acontecimentos divulgados na internet tem raízes históricas, que acarreta sérios perigos demonstrando a necessidade de romper com essas ações insistentes.

Ademais, cabe ressaltar a inoperância do Estado frente a essa problemática. Isso porque, alienados pelo capitalismo selvagem e pelos subvertidos valores líquidos da atualidade, os governos negligenciam a necessidade fecunda de mudança dessa caótica realidade das fake news. Assim, políticas públicas que visem coibir a proliferação de informações de cunho duvidoso, além de punições e estímulo à denúncia de criadores, por exemplo, faz-se preciso para a não permanência dessas práticas incoerentes.

Torna-se evidente, portanto, que as fake news é um impasse e exige soluções imediatas. Dessa forma, cabe ao Governo em parceria com os meios de informação e comunicação, promover a criação de programas que detectem boatos ou falsas informações, por meio de investimentos financeiros com vistas a bloquear tais matérias antes mesmo de serem veiculadas. Paralelamente, a mídia deve, por meios de ficções engajadas e debates, abordar a questão com o intuito de desconstruir essas práticas errôneas que continuam.