Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 27/08/2018

Com a chegada da Terceira Revolução Industrial, a informação e a tecnologia tornaram-se fontes preciosas para os países. Todavia, o avanço tecnológico exacerbado facilitou a falsificação de notícias espalhadas, principalmente, nas redes sociais. Por esse motivo, é importante a análise de questões como a manipulação digital e o compartilhamento de notícias falsas a fim de soluções serem providenciadas.

Em primeiro plano, é crucial destacar que a adulteração de imagens e vídeos contribuem com a criação das Fake News. Tal ato pode gerar discursos de ódio e, caso seja postado nas redes sociais, espalhar comentários maldosos entre os indivíduos. Dessa forma, pessoas pouco informadas ou com acesso limitado às notícias serão atingidas, fazendo que a manchete seja disseminada e prejudique a vítima.

Além disso, o espalhamento de fatos inautênticos nas redes sociais agrava essa temática. Isso ocorre devido ao aumento na quantidade de informação vista pelos indivíduos, sobretudo entre jovens, mas que não passam aprendizado ou a percepção de que se trata de uma matéria sensacionalista. Logo, pode ser explicado pelo pensamento do biólogo americano Edward Osborne Wilson, no qual as pessoas estão afogadas em informação e famintas por sabedoria.

Fica claro, portanto, que a modificação em vídeos e imagens e a divulgação de notícias falsas devem ser analisadas para que medidas sejam tomadas. Nesse sentido, é necessário que deputados e senadores através dos poderes a eles concedidos, elaborem projetos de lei que tornem crime as Fake News objetivando a punição com pagamento de multas a quem divulgá-las. Ademais, o Ministério da Educação poderia levar palestrantes e jornalistas às escolas e universidades no intuito de ensinar aos alunos e, ainda, aos funcionários como detectar sites com informações errôneas visando à melhoria da difusão de manchetes verdadeiras.