Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 26/08/2018
O compartilhamento voluntário de fatos, imagens e notícias falsas é um hábito perigoso e não alheio a vontade dos cidadãos ao redor do planeta.
Percebe-se que a rotina de apertar a tecla “send” do aparelho celular ou computador, não causam conflitos às pessoas que usam dos meios virtuais, quer sejam por aplicativos, sites, blogs e etc.
Esses periódicos estão implicitamente atrelados ao cotidiano do homem e vem se arrastando do passado até os dias atuais, ou seja, ao longo de nossa existência as notícias falsas já derrubaram impérios, prolongaram guerras e até mesmo a dizimação de todo um povo.
A exemplo do médico sanitarista Osvaldo Cruz que teve forte objeção com a revolta da vacina no Rio de Janeiro e de Pearl Harbor, quando foi supostamente atacada pelos japoneses colocando os Estados Unidos na segunda guerra mundial.O fato é, o ser humano sempre foi movido por notícias, mensagens instantâneas, fatos novos, por “fofocas” e até mesmo àquelas especulativas de mercado que movimentam milhares de dólares.
Por isso todos nós perdemos, perdemos porque a prática e o costumes agem em prejuízo da verdade.Perdemos quando há uma clara intenção da manipulação de pessoas desatentas e induzidas ao repasse.E perdemos quando não investigamos as fontes e compartilhamos com todo o resto.
Conclui-se que se faz necessário punir com tamanha celeridade não os costumes e os hábitos de um povo, mas sim, o dolo disfarçado em pessoas desprovidas de cidadânia .