Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 27/08/2018

As fake news são propagadas visando a repercussão para que haja lucro. Nos dias atuais isso se torna muito mais fácil através das redes sociais, mas ocorre há muitos séculos passados, como exemplo de 1513, com a venda de indulgências da Igreja católica para os fieis, onde era divulgada e tratada como verdade, mesmo sendo apenas para o objetivo lucrativo.

Por meios das redes sociais, tais como Facebook, Twitter e Whatsapp, as fake news são divulgadas com muita facilidade, já que um retweet/compartilhamento é o suficiente para que as notícias falsas tenham um alcance muito maior, pois a notícia falsa é visada para chamar mais atenção que a notícia verdadeira. Os temas em que essas notícias abrangem vai de esportes, política, saúde à tecnologia e temas em geral.

Entretanto, quando essas notícias visam prejudicar alguma pessoa, acaba colocando a vida ou a integridade da mesma em risco, tornando-se assim um perigo; como exemplo a “sequestradora do Guarajá”, que através de uma fake news, uma mulher foi confundida com uma sequestradora de crianças e assim espancada até a morte. Inúmeros outros casos, incluindo pessoas que deixam de cuidar da saúde, por conta de falsas notícias dizendo que remédios e vacina fazem mal.

Portanto, mesmo não sabem muitas vezes de onde as fake news surgem, o Governo junto com o ministério de Segurança e emissoras e páginas de reportagens, podem solucionar o problema, colocando um selo único de seguranças em notícias oficiais, para que quem leia, tenha confiança na procedência, e consequentemente as notícias que não tiverem esse selo seriam tidas como não oficiais ou falsas.