Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 28/09/2018

Consoante à segunda lei de Newton, um corpo tende a permanecer em seu estado inicial até que uma força contrária ao mesmo seja aplicada. De mesmo modo, as fake news são uma vicissitude que precisa ser refreada. No entanto, a falta de investigação dos leitores sobre a veracidade do que é lido e a ausência de punição para quem compartilha informações caluniosas são fatores determinantes para que essa realidade perdure. Diante disso, fica evidente que as notícias falsas espalhadas na rede mundial de computadores são uma problemática a ser enfrentada de maneira mais organizada pelo governo do Brasil.

A princípio, é indubitável que o que parece interessante, belo ou importante merece ganhar notoriedade. Contudo, as fake news sempre possuem essas características. Prova disso é que de acordo com o jornal Correio Braziliense, as notícias falsas são compartilhadas 70% mais rápido que as informações verdadeiras. Isso posto, fica claro que os receptores não investigam a veracidade das mensagens recebidas.

Outrossim, cabe salientar que em consonância ao pensamento de Maquiável, o homem é mal por natureza. Consequentemente, algumas pessoas aproveitam-se da não exposição e da impunidade, para dá visibilidade as fake news. Com isso, o deputado Luiz Carlos Hauly elaborou um projeto de lei para tornar o compartilhamento de informações falsas crime. Entretanto, até o presente momento essa emenda não foi aprovada.

Portanto, o poder legislativo deve aprovar o projeto de lei 6812, por meio de abertura de votação na câmara dos deputados e no senado, para que o  poder executivo possa punir os elaboradores das notícias falsas e que esses sejam responsabilizados por calúnia e difamação virtual. Espera-se, com isso, que o número de informações mentirosas espalhadas na rede mundial de computadores diminua, refreando de uma vez por todas esse problema.