Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 01/10/2018

É fato público e notório, que a tecnologia permitiu maior eficiência comunicativa, entretenimento e informatividade. No entanto, a democratização do acesso à internet trouxe, dentre outras consequências negativas,  o aumento das especulações, falácias e mentiras. Consequentemente, a mídia regular perde credibilidade, bem como a imagem de instituições, pessoas ou produtos, são vilipendiados.

Convém ressaltar, a princípio, que as notícias falsas encontram terreno fértil nas redes sociais e websites, consequentemente, crescem de forma exponencial. Nesse contexto, é retirado a legitimidade da mídia regular, um  vez que a sociedade, receosa quanto à veracidade da informação, passa a desacreditar na imprensa. Dessa maneira, cria-se um cenário caótico de desconfiança generalizada. Certo ditado popular diz que quando um mentiroso fala a verdade, ninguém acredita. Logo, com reflexo disso, a sociedade pode enfrentar significativos entraves, visto que notícias reais podem ser interpretadas equivocadamente.

Além disso, outro risco advindo das fake news é a calúnia e difamação de produtos, instituições, pessoas, da mesma forma que serviços ou empresas.  Portanto, é indubitável que a gênese do impasse encontra-se relacionada à facilidade de disseminação nas redes, bem como da abrangência do público, visto que cerca de 70% dos brasileiros declaram usar redes sociais, conforme a Federação do Comércio RJ. Nesse sentido, há irrefutáveis prejuízos às vítimas, que tem seu o nome manchado pela ação de criminosos.

Dessarte, visando frear os perigos das fake news, é mister a tomada de medidas. O Legislativo Federal deverá coibir a veiculação de informações falsas. Isso poderá ser feito mediante aprovação de um Projeto de lei que  torne obrigatório a divulgação da fonte, a fim de que toda e qualquer notícia desprovida desse fator legitimador seja desconsiderada. Ademais, a fonte deverá conter um selo autenticado pelo Ministério da justiça, de modo que seja reconhecido em todo o País.

que a internet e as redes sociais alcançam um contingente populacional gigantesco, já que cerca de 70% dos brasileiros são usuários de alguma mídia social, de acordo com Federação do Comércio do Rio de Janeiro. No entanto, a veracidade das informações veiculadas nesses meios, nem sempre são legítimas, uma vez que websites e pessoas mal intencionadas se utilizam da facilidade  e praticidade na divulgação informacional para promover seus próprios interesses, via mentiras. Portanto, tal conjunta, é responsável por retirar a credibilidade da mídia regular,

Nesse sentido, verifica-se que websites e pessoas mal intencionadas, motivadas por interesses particulares, encontram um campo fértil para disseminação de notícias falsas. Por conseguinte, tal