Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 04/10/2018
Nunca foi tão difícil lidar com os pormenores da era digital como a fake news,que se perpetua na atualidade de forma desafiadora.Diante desse fato,convive-se com notícias falsas,revestidas de artifícios que lhes conferem aparência de verdade colocando em xeque todas as demais.Dessa forma,é preciso analisar esse problema,o qual ocorre,entre outros fatores,pela dificuldade da imprensa em separar a verdade factual da mentira e pela falta de fiscalização severa e regular de notícias que são compartilhadas.
Deve-se pontuar,de início,que a globalização com o seu avanço foi um ponto-chave para a intensificação dessa problemática,visto que com o objetivo de “unir” os países democraticamente não só em economia,bem como a informação,a rápida disseminação de noticiários via whatsapp,twitter,rádios e TV dificultam o trabalho da imprensa em selecionar o que de fato é real ou não.Segundo uma argumentação disponível no site portal.mackeinze.br,no geral não é tão fácil descobrir uma notícia falsa,pois há a criação de um “mercado” que “caça” cliques a qualquer custo para envolver pessoas que mal sabem que estão contribuindo com os perigos da fake news.
Outro ponto relevante,nessa temática,é a baixa operância estatal na verificação das condições de como as informações são difundidas ,uma vez que no Brasil o acesso à internet é irrestrito e de fácil aquisição em locais públicos,o que torna empecilho às vítimas que anseiam pelos trabalhos de denúncia e indenização por injúria,calúnia ou ainda difamação.Somado a isso,a falta de intensificação da existência do artigo 41 da Lei das Contravenções Penais em casos de mensagens que provocam alarme acaba contribuindo para a não efetivação da fiscalização.
Por tudo isso,medidas são imprescindíveis para mitigar a fake news.Assim,é mister que o Ministério da Comunicação adote parcerias com empresas terceirizadas na condição de contratar influenciadores que trabalham com a educação digital,com o fito de garantir segurança e integridade à pessoa humana a partir de campanhas,oficinas e treinamentos recorrentes com técnicos especialistas.Outrossim,é de inteira responsabilidade governamentais criarem bases anônimas denunciativas por meio de propagandas,disque denúncia e associações as quais visam resguardar tanto a imagem do colaborador quanto assegurar o sucesso do projeto articulado capaz de fazer com que a fiscalização seja realmente severa e efetiva.