Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 22/10/2018

Na Grécia Antiga, os sofistas não se preocupavam em propagar a verdade, desde que as falácias persuadissem os ouvintes.Hodiernamente, as notícias falsas são disponibilizadas na internet com o intuito de prejudicar e difamar alguém. Nesse viés, vale destacar que a problemática tem raízes históricas assim como a fragilidade judicial perante os casos.

Em primeira análise, é importante destacar os fatores sociais que contribuem para a proliferação das “Fake News”.Nesse contexto, o dia primeiro de Abril é uma data presente na cultura brasileira para disseminar “mentiras” como brincadeira.Portanto, informações distorcidas continuam sendo divulgadas durante o ano através das redes sociais o que cada vez está se tornando perigoso, a exemplo, do impacto da falácia do " menino crucificado na Ucrânia" no qual houve grande preocupação internacional tendo em vista , que o País estava em conflito com a Rússia.

Outrossim,a ineficácia de leis punitivas contra o compartilhamento contribui para o aumento da mesma.Diante disso,convém relacionar o Artigo 138 do Código Penal define que:Caluniar alguém falsamente é fato definido como crime e pode levar pena de seis meses a dois anos.De fato,a Lei existe mas não é implantada no dia a dia e a escassez da educação digital sobre os perigos na internet corrobora para a permanência das notícias na qual prejudica os indivíduos.

Infere-se,portanto, que é necessário combater os perigos das notícias falsas.Sendo assim , o Ministério da Justiça deve fiscalizar as redes sociais com o objetivo de punir as impressas que manipulam os indivíduos com as “fake news”,dessa forma pode-se minimizar a propagação das mesmas.Além disso,a Escola em parceria com a Família dos alunos deve conscientizar através de cartilhas educativas sobre as informações erradas com o intuito de diminuir os riscos.Desse modo, pode-se evitar a manipulação propagada pelos sofistas da antiguidade.