Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 05/10/2018

As chamadas “Fake News” são notícias falsas e apresentam ser um perigo para a sociedade, pois elas manipulam a verdade e criam situações com cunho de interesses dos seus criadores, além de serem facilmente publicadas e compartilhadas em diversas plataformas. Em suma, objetiva-se atacar a imagem de pessoas, empresas ou partidos de oposição com distorção de informações, em benefício próprio ou por dinheiro propriamente dito para os meios de comunicação que criam os comunicados jornalísticos ou informativos.

Em consequência dos avanços tecnológicos e da facilidade de propagar conhecimento, as pessoas são vítimas de conteúdo pejorativo com a verdade, em que segundo a pesquisa “Consumo de Notícias do Brasileiro”, 40% dos respondentes já compartilharam notícias falsas. Deste modo, deve-se priorizar a informação por fontes primárias como: relatórios técnicos; artigos; patentes; ou em fontes secundárias: Enciclopédias; bases e bancos de dados.

Por isso, o leitor deve se atentar à possíveis conduções de referências em fontes terciárias como: sites diversos; páginas informativas ou jornalísticas da internet; revistas; entre outros. De modo que sejam checadas as fontes dos dados, também se determinados intermediários são confiáveis e, inclusive, o autor da publicação. Como exemplo a Revista Veja, que recebeu mais de R$400 milhões de dinheiro público para fazer publicidade federal para Lula e Dilma segundo a Lei de Acesso à Informação (LAI).

Portanto, é muito importante se atentar com a veracidade da base dos dados expostos nas matérias, de pesquisá-las em outras plataformas e do histórico de críticas dos distribuidores de informação, para “filtrar” possíveis fontes terciárias vendidas e manipuladoras. É importante ressaltar que a atenção deve estar triplicada antes de compartilhar qualquer notícia, e de não voltar a consumir conhecimento daqueles que traíram a verdade.