Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 05/10/2018
Com o avanço tecnológico modernizaram-se os meios de comunicação, o que facilitou a transferência das informações de maneira rápida, no entanto, tal fato favoreceu a disseminação violenta de notícias falsas causando prejuízos e transtornos aos seus usuários que, por ausência de discernimento ou responsabilidade notificam ocorrências inexistentes.
Dentre as mais modernas formas de comunicação destaca-se o “WhatsApp”, pois tem sido o aplicativo de mais fácil acesso e manipulação, permitindo influência sobre a opinião pública relacionada a ideologias, política e difamações.
A exemplo disso, recentemente, a Justiça do Rio de Janeiro determinou que fossem retiradas do “Facebook” e do “YouTube”, postagens “Fake News” obre a vereadora Marielle Franco, por atentarem contra sua imagem moralmente, com montagens maliciosas, no intuito de associá-la ao Tráfico de Drogas.
Na maioria das vezes, pessoas que criam ou compartilham essas notícias tendenciosas, possuem objetivos perversos, financeiros, políticos ou sensacionalistas. Segundo a escritora publicitária Tati Bernardi, as redes sociais profissionalizaram a imbecilidade em que a maledicência ganhou ares de debate profundo.
Mediante as evidências dos danos causados pela propagação das “Fake News”, percebe-se a necessidade de maior controle e regulamentação dos meios de comunicação. Portanto, é preciso que as redes sociais e empresas, como o Google, possuam mecanismos de checagem das informações, por meio de investigação contínua para inibir a divulgação de notícias falsas. É importante também, que os órgãos públicos fiscalizem acessando o “Internet Protocol” (IP) das máquinas e punam os responsáveis. Além disso, é imprescindível o senso crítico dos usuários para checar, contestar e denunciar aos órgãos públicos.