Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 03/10/2018

Os meios de comunicação e a mídia sempre exerceram um papel de grande importância, desde a publicação de romances pelos  folhetins, passando pelo rádio durante a Segunda Guerra Mundial, até as redes sociais e os aplicativos de mensagens, como o “Facebook” e o “WhatsApp”. Entretanto, essas fontes de informações têm passado pela problemática da disseminação de “fake news”, presente na realidade brasileira, prejudicando sua credibilidade e cada vez mais propagando conteúdo falso.

Segundo dados da Assessoria de Comunicação ACAERT, menos da metade da população confia nas mídias sociais e nos aplicativos de mensagem em relação às notícias referentes às eleições brasileiras. A facilidade de acesso e utilização é um dos principais fatores para a maior veiculação de dados inverídicos nesses meios, diferentemente do jornalismo, que trabalha com checagem de informações e fatos, bem como a pluralidade de fontes.

Além disso, a quantidade de notícias falsas publicadas tem aumentado, favorecendo o sensacionalismo e a calúnia. Após a morte da vereadora fluminense Marielle Franco, por exemplo, diversas fontes noticiaram inverdades sobre seu estilo de vida e supostos motivos de sua morte. Em busca de grande quantidade de acessos, mídias pouco confiáveis cotidianamente disseminam informações mentirosas, principalmente sobre pessoas famosas e públicas.

Cabe, portanto, à imprensa e às mídias, combater a propagação das “fake news”, por meio da verificação das fontes das notícias publicadas e da checagem das demais informações referentes a um mesmo assunto, a fim de garantir a veiculação de dados reais e verdadeiros a todos os indivíduos.