Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 13/10/2018
A disseminação de notícias falsas entre brasileiros por meio da internet têm crescido nos últimos anos, prejudicando pessoas físicas e jurídicas. Isso se deve à análise emocional em detrimento da crítica de grande parte dos envolvidos no compartilhamento do conteúdo, o que torna as “fake news” muito difundidas. Aliado a isso, as penas, por serem brandas ou inexistentes aos envolvidos, acabam sendo injustas às vítimas da notícia, segundo o relato do doutor Dráuzio Varella.
Nesse sentido, é perceptível que, com os avanços das tecnologias informacionais e a propagação das redes sociais, o conteúdo disseminado acaba gerando repercussões gigantescas, causando problemas irreparáveis às vítimas, como difamação, injúria, calúnia e, idem, influenciando atos violentos a essas. Essas consequências estão associadas ao fato da não identificação, por parte dos indivíduos que as divulgam, da linguagem conativa e alarmante dessas notícias virtuais, por não analisarem objetivamente, conforme à matéria do jornal brasileiro fantástico.
Outro aspecto que contribui para a ascenção das “fake news” são as penas aos indivíduos envolvidos em sua criação ou difusão, que, por serem tão moderadas ou nulas, não combatem com eficiência à proliferação dessas notícias e, em consequência disso, são injustas às vítimas, de acordo com a revista Exame.
Logo, para haver um embate eficiente à expansão das “pseudo notícias”, é necessário à participação de institutos, informando sobre os perigos dessas e como identificá-las, por meio de palestras em escolas e universidades, com o objetivo de instruir à população a combater as “fake news”, para que, assim, haja uma redução na disseminação dessas. Somado a isso, é importante à atuação do Poder legislativo, regulamentando leis, como a prevista no artigo 41 da lei das contravenções penais, aumentando as penas aos difusores e criadores de notícias falsas, visando amenizar os impactos dessas na sociedade.