Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 04/10/2018

Dado os atuais meios de comunicação virtual, como as redes sociais, e a facilidade que se tem em difundir qualquer tipo de informações por meio desses, é notório que seja amplamente utilizado com diversas finalidades. Dessa forma, a internet passa a ser um difusor de “fake news”, propagação de notícias falsas, fortalecido por pessoa que não verificam a veracidade da notícia, evidenciando a falta de educação digital das pessoas e ofendendo vítimas desse feito para diversos fins.

De certo, notícias falsas sempre existiram ao longo da história, por exemplo, as mentiras propagadas durante a Segunda Guerra Mundial com o intuito de eleger Adolf Hittler. Não obstante dos dias de hoje, na iminência das eleições presidenciais, farsas políticas estão sendo amplamente compartilhadas com o intuito de enaltecer certo candidato ao mesmo tempo em que difama o outro. Dessa forma, é evidente a falta de educação ética e digital das pessoas que corroboram com este tipo de conduta.

Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo, mais de 10 milhões de brasileiros estão constantemente compartilhando Fake News na internet, mesmo sem saber do que se trata. Esse fato confirma a manipulação de massas para satisfazer um interesse pessoal de quem começou o boato. Como consequência disso, o indivíduo responsável responderá por crime, segundo a legislação brasileira, que pune  pessoas que disseminam notícias com caráter incerto.

Diante disso, é imprescindível que o Estado promova a divulgação da importância de se verificar a fonte de uma notícia e se esta é confiável por meio de campanhas e palestras em escolas e âmbitos públicos, para que assim a disseminação de Fake News possa atenuar. Além disso, o Poder Executivo deve tornar mais eficiente a identificação de notícias falsas, intensificando a fiscalização e punindo mais severamente os precursores da informação, a fim de diminuir os impactos dessas na sociedade.