Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 08/10/2018
É notório que com os avanços na área da tecnologia, as comunicações em tempo real propaga muito rapidamente a informação. No século passado essa difusão estava quase que restrita aos veículos de impressa, e hoje essa distribuição de informações principalmente pelas redes sociais guardam dois enormes risco: a falta de compromisso com a verdade e o alimento ao ódio.
Quando as informações são transmitidas por veículos sérios de impressa, existem profissionais que checam a informação, preocupam com a isonomia relatando os dois lados da estória. Segundo publicação da Folha de São Paulo de março de 2018, uma pesquisa do MIT revelou que notícias falsas veiculadas por redes sociais tem 70% mais de chances de serem propagadas do que as notícias relacionadas ao mesmo tema em veículos oficiais de impressa.
Por outro, temos o sensacionalismo. A cultura do ódio que se propaga em um mundo cada vez mais polarizado, onde sempre tem um culpado que impõe sofrimento gera em uma população aversão ao próximo. Parece que os difusores dessas mentiras além de nunca terem feito uma auto crítica, faltaram a aulas de nazismo e fascismo, onde a história nos mostra que aonde foi implantado, trouxe dor e sofrimento a ambos os lados.
As vezes é difícil dimensionar as consequências e o tamanho da mentira. Começar na pré-escola e dar continuidade ao indivíduo durante toda a sua vida acadêmica que nenhum grau de mentira pode ser tolerado, mitigará em muito a difusão de informações mentirosas. É preciso também, através de campanhas com o apoio de órgãos oficiais de impressa reforçar a importância da mesma para a sociedade para que as pessoas chequem as informações desses veículos antes de saírem retransmitindo inverdades.