Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 06/10/2018
A prática, principalmente nas redes sociais, de se espalhar publicações que omitem ou não condizem com a realidade tem sido algo comum na atualidade. O ato de não confirmar a autenticidade daquilo que é compartilhado ou simplesmente querer espalhar mentiras para fins benéficos são agravantes para o caso, que pode chegar a ter consequências monumentais.
Um exemplo prático do uso de “fake news” aconteceu na eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos. A seu favor a campanha de Trump espalhou, entre outras notícias, que sua adversária era ligada a grupos terrorista e que o líder da Igreja Católica, Papa Francisco, apoiava sua candidatura; informações essas que não condiziam com a realidade, mas que levaram o candidato à vitória.
Casos como o de Trump são difíceis de tratar, mas maioria das informações falsas vêm de pessoas que compartilharam sem saber de sua realidade. A internet é munida vários sites de pesquisas e ferramentas que possibilitam o olhar imparcial sobre vários casos correntes. Um rápido uso desses artifícios para confirmar a invalidade da notícia, além da disposição de compartilhar sobre essa invalidade, pode fazer sua ação maléfica cair e deixar de atingir muitas pessoas que outrora atingiria.
Dessa maneira é possível citar a educação, a empatia e o bom senso no meio cibernético como táticas poderosas para combater as “fake news”. Cada individuo, em sua vivência diária na “web”, ao se comprometer a buscar a veracidade e a totalidade daquilo que compartilha irá diminuir, em muito, o número de notícias falsas espalhadas. Esse novo quadro irá refinar as informações circulantes, diminuindo assim as violências verbais tão comuns na internet atualmente.