Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 07/10/2018

‘‘Tinha uma pedra no meio do caminho, no meio caminho tinha uma pedra’’. Segundo a analogia de Carlos Drummond de Andrade tais concepções se relacionam com o atual contexto social brasileiro, acometendo á um desvio no canal da comunicação legítima proveniente da manipulação acima de um indivíduo, uma vez que, metaforicamente o bloqueio retrata a fraudação de uma informação contribuindo para disseminação do problema.

Historicamente, em 1937 o Governo de Getúlio Vargas difundiu a ideia  da implantação do comunismo denominado Cohen pelas mídias pretéritas suspendendo os direitos constitucionais, a fim de ocultar suas informações. Em decorrência do tempo, revela-se a farsa elaborada pelo partido impedindo sua interrupção acometendo em uma sociedade alienada. Ademais, destaca-se interligação da manipulação de websites cuja a finalidade está no lucro imediato efetuado pelos ClickBaits direcionando o leitor a temas sensacionalistas.

Outrossim, em somatória aos pensamentos da campanha Nazista propagada pelo partido de Hitler em que afirma “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” e ao Mito da Caverna de Platão, tornam falsas ideias verdades absolutas concebidas durante a vida. Indubitavelmente, se o desejo de se questionar e questionar a realidade não for instigado, torna-se uma sociedade vulnerável em acreditar na era das pós-verdades sendo transmitidas e perpetuando-se no corpo social.

Expositivamente, fica evidente a necessidade de tomadas de medidas que façam comunidade agir de modo a acabar com o impasse. O Ministério da Ciência e Tecnologia deve realizar o desligamento de sites fraudulentos e manter uma fiscalização rígida dos conteúdos criados. Por fim, o Governo em conjunto com os Estados Nacionais devem aplicar punições como: strike (retirada dos direitos autorais e veiculação do assunto) e a retirada das monetizações de sites que insistem na propagação de matérias falsas.