Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 08/10/2018
É incontrovertível que as fake news vem influenciando muito na escolhas das pessoas. Nesse sentido, sabe-se que elas influenciariam – drasticamente, nas eleições dos Estados Unidos (EUA) em 2016, no plebiscito sobre a saída do Reino Unido da União Européia e no plebiscito de acordo de paz na Colômbia com as Forças Armadas Revolucionarias. Sendo assim, elas possuem influencia global e precisam ser contidas.
Primordialmente, vamos definir o que são “fake news”: são histórias, conhecidas antigamente conhecidas como “boatos”. Atualmente, elas descentralizam a informação, ambientam uma polarização, criam uma crise de confiança ao usuário perante instituições e uma visão relativa sobre a verdade.
Nos dias de hoje, a internet (robôs, algoritmos, serviços de análise) é solo mais fértil para essa idéia, afinal, os “boatos” aparecem para um determinado usuário, que pesquisou sobre aquilo, e podem ser podem ser replicados para milhares de pessoas, criando assim um ciclo vicioso, cada pessoa que recebe a “notícia” repassa e assim indo, até que um número significativo de pessoas saiba/acreditam na mentira.
Com isso, percebeu-se que a reação ao ler a fake news era muito mais importante do o próprio fato relatado na “notícia”, por exemplo, “Neymar traí Bruna Marquezine” não importa realmente se ela foi traída ou não, o importante é a reação das pessoas ao lerem “Ele é um canalha” “Fez a coisa certa, homem gosta de carne” “Tava muito magra, se tivesse mais gordinha não era corna”, por exemplo. E isso se tornou uma coisa chamada de “pós- verdade”.
Do modo exposto, percebe-se que, as “notícias falsas” existem desde sempre, ou seja, é um problema com bases antigas, mas que pode ser superado. É de suma importância que os meios midiáticos através de novelas e propagandas mostrem que “fake news” podem prejudicar a vida de uma pessoa de maneira definitiva e que a sua criação é um crime (Artigo 41 das contravenções penas), sendo vinculadas em rede nacional com subsídio estatal. Ademais, é de suma importância que o Estado por meio dos Mistérios conscientizem a população sobre o perigo dos “boatos”e ensinem a identificá-los por meio de cursos gratuitos.